A Áustria é um país encantador, tanto no inverno como no verão. Embora seja conhecida pelos seus Alpes, a Áustria oferece muitas opções de lazer também durante o verão. Se o seu estilo é aproveitar cidades grandes, como Viena e Salzburg, com toda a vida cultural agitada de museus, teatros, shows, bares e restaurantes, você pode conhecer a Áustria em qualquer época do ano. Se você prefere mergulhar na cultura local e conhecer as mais belas paisagens do lugar, como suas montanhas e seus lagos, aproveitando o melhor da fauna e flora e experimentando sabores locais, você também pode conhecer a Áustria durante o verão, ou durante o inverno. O cenário é sempre extraordinário. Na Alta Áustria, na região de bosques do Mühlviertel, encontramos tanto suaves picos, como íngremes cadeias de colinas. E do Alto do Vale do Danúbio vemos antigos castelos, palácios e ruínas vigiando o rio. Na Baixa Áustria o Vale do Danúbio em Wachau está recheado de construções dos períodos Romântico, Gótico, Renascentista e do Barroco, como a abadia de Melk. Além de todas as flores perfumadas dos campos e de todo o mistério das árvores dos bosques, que recheiam a Baixa Áustria de encantos e despertam a curiosidade. Além disso, há as regiões mais procuradas de Viena e Salzburgerland, onde, além de toda a natureza, montanhas e vales, encontramos parques nacionais e águas termais que completam o turismo para quem gosta de aproveitar a natureza. Aqui também encontramos uma vida urbana agitada, digna e típica das grandes metrópoles. Nas cidades desta região há também grandes musicais de cultura regional e de música, teatro, gastronomia e moda, o que é um prato cheio para quem gosta de encontrar gente famosa e bonita.
Pontos Turísticos na Austria:
Capital da Austria, Viena - Suas marcas registradas são a arquitetura renascentista que pode ser observada tanto na Ópera como nos diversos edifícios espalhados pela cidade, e seus cafés, tradicionalíssimos. Embora a cidade tenha a alma clássica, há muita agitação e o lado cultural, que abrange todos os aspectos, mas principalmente a música, é reinante.
Innsbruck - Capital do Tirol, a cidade é muito procurada não tanto pelo seu passado histórico de 800 anos, mas pelos praticantes de esqui, pois ao redor da cidade há 110 km de pistas e mais de 1000 m de elevação, além de já ter sediado duas Olimpíadas de Inverno
Salzburg - Construída por três bispos entre os séculos XVI e XVII, a cidade possui traços italianos, com inúmeras cúpulas, torres, frisos emoldurando o horizonte. Sua maior atração, além de ser a cidade onde nasceu Mozart, é o castelo Hohensalzburg, construído sobre uma formação rochosa 120m acima da cidade, possui uma torre, dois museus e uma câmara de tortura.
Turismo na Áustria
O percurso costuma começar pela parte antiga. No centro da cidade como ponto de partida encontra-se a Catedral de São Esteban, Stephansdom. Este edifício, cuja construção se finalizou em 1147, está coroado por uma impressionante ponta de 137 m de altura que é visível desde qualquer ponto da capital. A construção mistura diferentes estilos arquitetônicos, a fachada ocidental é românica, a torre gótica e os altares barrocos. Esta combinação, em lugar de resultar estranha, é, curiosamente, muito harmônica. No exterior destacam: o telhado em zig-zag de cores de clara influência oriental, a torre gótica à que se acede depois de subir 345 degraus e desde a que pode-se obter uma excelente panorâmica, o Pórtico do bispo, antiga entrada exclusiva para mulheres e a torre meridional na que está situada a campana Pummeri fundida com os restos da campana original destruída durante a Segunda Guerra Mundial e cuja matéria prima foram os canhones abandonados pelos turcos em 1683. No interior destacam: o Púlpito de Maese Pilgram esculpido em pedra em 1500 por Antom Pilgram que tem como nota curiosa o retrato do escultor sobressaindo debaixo da escada, o retábuloWiener Neustädter, altar de madeira talhada, a Tumba de Frederico III, a Capela de Santa Catarina, as pias batismais de 1481, ou ícone milagroso da Virgem de Pösch que segundo a lenda ajudou a demostrar a inocência de uma criada acusada de roubar as jóias de sua ama e as maravilhosas vidrarias da Idade Media. São importantes também as catacumbas em cujo centro se levanta a Cripta Ducal que guarda os restos dos Habsburgo.
Pálacio de Hofburg
O Palácio de Hofburg é um impressionante conjunto arquitetônico no qual viveram Sisi e Francisco José, cujo amor se imortalizou no cinema. Embora estes amantes não foram tão felizes como pode-se ver no filme, o certo é que o palácio imperial é realmente fantástico. O primeiro palácio se construiu por ordem de Rodolfo I e seus descendentes foram acrescentando edifícios ao longo de seis séculos. À entrada de Hofburg costumam estar vários cortesãos vestidos com trajes de época para fazer fotos com os turistas e dar folhetos explicativos.
A Ringstrassem e seus arredores
Depois de finalizar a visita ao Palácio de Hofburg pode-se andar pelo bairro de Spittelberg onde existem casas do século XVIII de grande encanto e passear pelo Volksgarten, formoso jardim em cujo interior se levanta um templete grego do século XIX. Uma vez descansado neste belo entorno é chegado o momento de acercar-se à uma das obras urbanísticas mais famosas de Viena, a Ringstrassen, ordenada por Francisco José em 1857. As muralhas que separavam o centro da cidade dos bairros da periferia se destruíram e em seu lugar construíram-se novos edifícios que acolheram diversos centros culturais e políticos como o Museu de História Natural no qual pode-se contemplar como peça estelar a Vênus de Willendorf, pequena peça pré-histórica com mais de 2.000 anos de antigüidade; o Museu de História da arte com uma excelente coleção de pintura com obras tão importantes como \\\"A Virgem da Pradera\\\" de Rafael, quadros de Bruhegel, \\\"A Virgem do Sagrario\\\" de Caravaggio e os retratos de Rembrandt entre outras, o Palácio de Justiça de estilo renascentista alemã, o Parlamento construído por Hansen seguindo os padrões do classicismo grego, o Rathaus, novo prefeitura neogótico, o Teatro Nacional em cujo interior pode-se admirar o afresco de Klimt \\\"O teatro clássico de Taormina\\\", a Universidade e a Votivkirche, igreja construída para lembrar o atentado contra Francisco José em 1853 do qual saiu ileso. Destacam-se também o Apartamento de Freud, com uma coleção de objetos personais do pai da psicoanálise e o Museu de Arte Moderna no qual se recolhe m obras de Klimt, Kandinsky e Klee entre outros.
O Palácio da Opera de Viena vale também uma visita. A construção deste edifício vai unida a muitas lendas que oferecem diferentes explicações do suicidio de Eduard vão der Nüll, um dos arquitetos que a disenhou. A história mais comúm é que não pôde soportar as críticas por sua obra, especialmente, as do Imperador Francisco José. O palácio sofreu graves danos durante a Segunda Guerra Mundial e embora fosse reconstruído em quase sua totalidade as obras ainda não finalizaram devido a seu alto custo.
O Palácio de Belvedere
Situado em Rennweg 6A, este palácio composto por dois edifícios separados por uns formosos jardins foi construído por Hildebrant entre 1714 e 1722. Tal vez seu maior atrativo encontra-se no terraço dos Oberes com umas vistas maravilhosas da cidade e as famosas esfinges que têm diferentes expressões e que refletem o verdadeiro espirito da mulher vienense. O Palácio superior está composto por sete corpos elegantemente unidos com claras influências orientais como as cúpulas dos pavilhões laterais que recordam às mesquitas turcas. No interior destacam o Vestíbulo dos Atlantes, a grande Sala de mármore de cor rosa e a Galería Austríaca na que se conservam a maioria das obras de Klimt, Schiele e Kokoschka. Descendendo pelos jardins de estilo francês chega-se ao Palácio inferior, menos atrativo que o superior, embora foi o primeiro que se construiu. Destacando o Pátio de Armas, o Museu de Arte Barroco situado em excepcionais salas como a de mármore, a Galería dos Espelhos e a Sala dos Grotescos na que pode-se ver as cabeças gesticulantes de Messerchmidt
o Palácio de Schonbrunn
Construído como residência imperial de verão por von Erlach em 1696, o Palácio de Schönbrunm encontra-se no fim da Wienzeile. Se começa a visita a este recinto pelos maravilhosos jardins de desenho francês. Neles pode-se passear pelo Coreto, colunata neoclássica situada acima de uma colina, pelos chalés tiroleses, as ruínas romanas de 1778 e contemplar o Obelisco e sua cascata, estátuas mitológicas, obra de Meyer, a Fonte Hermosa, Schöner Brunnen, que deu nome ao palácio, o Jardim botânico com plantas de todo o mundo e o Tiergarten, zoológico no qual atualmente pode-se ver 750 animais.
A continuação se costuma visitar o Museu de Carruagens que contem uma excelente coleção composta por 60 carroças imperiais entre as que destaca a de Carlos V em forma de coroa dourada com pinturas da Escola de Rubens nas portas. O edifício central tem 1.441 aposentos dos que unicamente 42 estão abertos ao público. Se chega ao mesmo pelo Pátio de Armas para passar ao Berglräume, habitações decoradas com afrescos exóticos. Ao seu lado se abre a Capela do Palácio de 1700 e desde ali pela Escada de honra à Grande Galería, de 43 m de comprimento, revestida de branco e ouro e com lustres de cristal. Esta Galería ainda utiliza-se para os banquetes oficiais. Aos lados estão a Sala do Carrossel e a dos Faróis. A Pequena Galería estava reservada para as festas infantis e concertos e a seu lado encontram-se os Gabinetes Chineses que têm a peculiaridade de contar com uma escada secreta pela que a rainha Maria Teresa subia aos aposentos do chanceler von Kaunitz. A continuação encontram-se os Salões de Rosa.
Além dos Palácios você tem também que visitar o Prater, é o parque de atrações mais famoso de toda Áustria. Conta com os brinquedos mais diversos e modernos embora seu máximo atrativo é a Roda Gigante Ferris. Esta Roda gigante tem uma altura de 64,75 m e um diâmetro de 61 m os ráios estão feitos de cabos metálicos e seu peso é de 430 toneladas. Embora a velocidade que atinge seja lenta, 0,75 m/s, se compensa plenamente pelas maravilhosas vistas que oferece da cidade. Esta roda foi a única que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial, o resto das rodas gigantes Européias deste tipo foram desmontadas pois eram utilizadas pelos aviões inimigos para localizar às cidades e bombardea-las. Ao lado da roda gigante se levantam o Planetário, construído em 1927, o Museu do Prater e a Lilliputbahn, uma casa com um curioso desenho em forma de bola. O cemitério Central, Zentralfriedhof, acolhe as túmulos de Beethoven, Schubert, Brahms, Strauss e Mozart, embora este último seja só comemorativo. Os cemitérios Austríacos são formosos, contam com numerosos espaços verdes e muitas flores. Também são dignas de ver-se as Casas dos Músicos, a maioria convertidas em pequenos museus com objetos pessoais dos compositores. Pode-se visitar a de Schubert, Hydem e Johanm Strauss entre outras.
Fonte: Internet - Site de pesquisa e turismo.